Segundo turno: o que os planos de governo de Lula e Flávio Bolsonaro propõem para o MEI
Com cerca de 13,7 milhões de votos entre os microempreendedores, os dois candidatos incluíram propostas para a categoria nos planos registrados no TSE.

Os microempreendedores entraram no centro da disputa do segundo turno. Segundo dados do Sebrae citados pela imprensa, os MEIs somam cerca de 13,7 milhões de eleitores. A seguir, um resumo neutro do que os planos de governo registrados no Tribunal Superior Eleitoral trazem para a categoria, com base em reportagem do Estado de Minas. O PrimeiroCNPJ não apoia nenhuma candidatura: o objetivo aqui é só informar.
Plano de Lula (PT)
O plano cita as linhas de crédito com juros mais baixos e garantia criadas no atual mandato e a plataforma Contrata+ Brasil, que permite a autônomos participarem de compras públicas. Promete ampliar políticas para autônomos e pequenos empreendedores, com foco em crédito produtivo, qualificação, assistência técnica, inclusão digital e simplificação tributária, além de proteção previdenciária em caso de acidente, doença ou interrupção da atividade.
Plano de Flávio Bolsonaro (PL)
O plano propõe levar a todo o país a abertura rápida de empresas que hoje existe em alguns estados e municípios, e fazer um "revogaço regulatório" para revisar normas antigas e simplificar procedimentos. Prevê apoio ao pequeno negócio com crédito e orientação pela rede da Caixa, internacionalização de pequenas empresas via BNDES e Apex-Brasil, redução de tributos sobre a produção e um programa chamado "Brasil sem Fila" para cortar burocracia.
O que já foi aprovado
Independentemente do resultado da eleição, o Congresso já aprovou o projeto que atualiza o teto do MEI para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028, permite até dois funcionários e prevê o perdão de dívidas federais. O texto aguarda sanção, e explicamos os detalhes nas notícias relacionadas abaixo.






